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02/08/2011 às 09:37 - Olimpíadas Rio-2016 motivam alunos do Segundo Tempo a conhecer o arco e flecha  

As férias escolares de julho foram marcadas pelo aprendizado esportivo de modalidades que envolvem as Olimpíadas Rio-2016.  Em Jaguariúna, cidade do interior paulista, 100  estudantes contemplados pelo programa de inclusão social do Ministério do Esporte, o Segundo Tempo, vivenciaram  a experiência com a  modalidade olímpica do arco e flecha cujas técnicas foram ministradas  pelos atiradores do grupo Tiro ao Alvo Pedreira (TAP).

Beneficiado pela parceria com a ONG/Oscip Pra Frente Brasil, o estudante Pedro Barbosa, de 8 anos,  foi um dos participantes do Segundo Tempo a comparecer no Parque José Pires Júnior para conferir a apresentação.  “Adorei, foi muito legal e diferente, deveria ter mais apresentações desse tipo. Eu nunca tinha visto e foi legal atirar no alvo", disse o aluno.

O evento foi dividido em aulas teóricas e práticas. Primeiro foram apresentados slides que tratavam dos primeiros registros do esporte.  Crianças e adolescentes aprenderam que o arco e  flecha é praticado desde o ano 3.500 a.C, quando anciões egípcios preparavam os arcos para seus guerreiros.

Depois eles aprenderam o método, ou seja, a forma como usar corretamente o equipamento esportivo. A ação proporcionou aos alunos a oportunidade de arriscar a pontaria, podendo utilizar e interagir com todo aparelhamento que envolve a modalidade do arco e flecha. “A ideia era trazer algo diferente das modalidades populares que fazem parte dos jogos olímpicos”, comentou Murilo Cesar Silingardi, coordenador técnico da entidade.

As atividades diferenciadas oferecidas este ano aos beneficiados pelo Segundo Tempo fazem parte da programação do projeto Faces do Brasil (Fazendo Arte, Cultura e Esporte) e inclui apresentação de peças teatrais, exibição de filmes, danças, jogos de xadrez, damas e dominó, pinturas em desenhos, entre outros.

De acordo com o secretário Nacional de Esporte Educacional, Wadson Ribeiro, além de reforçar a rede de solidariedade por meio das parcerias locais do Segundo Tempo, a ação  também amplia o leque de oportunidades. “São jovens que antes eram tidos como excluídos e que, ao frequentarem os núcleos do Segundo Tempo, passaram a praticar esportes. O contato com essas novas experiências pode despertar, dentro de cada um, o desejo de, quem sabe um dia, ser um atleta”, comenta.

Carla Belizária
Foto: Divulgação
Ascom – Ministério do Esporte


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