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20/11/2008 às 17:20 - Membros do Comitê de Patrocínio vivenciam impacto social do Segundo Tempo  

Integrantes do Comitê de Patrocínios da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom-PR), nesta quarta-feira (19/11), tiveram a oportunidade de conhecer em detalhes os programas de inclusão social do Ministério do Esporte Segundo Tempo e Pintando a Cidadania.

O cronograma de atividades começou no período da manhã no Hotel Nacional, em Brasília, com a palestra do secretário de Esporte Educacional do Ministério do Esporte, Júlio Filgueira, sobre o funcionamento do programa Segundo Tempo. No período da tarde, a comitiva fez uma visita à fábrica de camisas, bonés e bolas, do Pintando a Cidadania, que gera emprego por meio da produção de material esportivo. O núcleo é desenvolvido pelo ministério em parceria com o Instituto Pró-Ação na cidade de Valparaízo (GO), no Entorno do Distrito Federal.

Na reunião, a Secretaria Nacional de Esporte Educacional buscou o desenvolvimento de parcerias com estatais para ampliar suas ações. Estavam presentes representantes da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (CHEFS), Casa da Moeda, Eletrobrás (Centrais Elétricas Brasileiras), Correios, Infraero, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Petrobras.

Ao apresentar o Segundo Tempo e os projetos vinculados ao programa, o secretário Júlio Filgueira, mostrou as dimensões dos programas sociais do Ministério do Esporte. “Já é consolidado o grande envolvimento que as estatais têm com o esporte brasileiro. Elas são parte e parceiras do esporte, sobretudo no financiamento do esporte de alto rendimento. Nós tratamos de incluir um elemento nesse diálogo, que é a dimensão social que o esporte pode ter, principalmente a partir do esporte educacional. Nesse caso tivemos uma oportunidade de oferecer o programa Segundo Tempo”, explicou.

Ana Cristina, diretora do Comitê de Patrocínio da Presidência da República, salienta a importância do diálogo permanente entre governo federal e as estatais. “A iniciativa do Ministério do Esporte em promover essa aproximação com as estatais, para conhecer um pouco mais como funciona o programa Segundo Tempo, com certeza vai ser um marco e uma forma de atuar muito diferente das empresas que vem patrocinando o esporte hoje”.

“A interação, que começou com o secretário Júlio Filgueira e terminou com a visita dos dois projetos, mostrou que existem várias ações e muita mobilização, investimento e recursos. Há, principalmente, um alinhamento para que as políticas públicas saiam fortalecidas. Este alinhamento nasce quando detectamos a demanda, a necessidade onde o governo atua. O Ministério do Esporte, com o programa Segundo Tempo e toda a articulação do setor público, nos aponta onde e como as estatais têm que mexer nas suas estratégias de marketing e comunicação. E assim que a gente vai fazer diferença no patrocínio”, acrescenta Ana Cristina.

Para o representante da Casa da Moeda, Anderson Silva de Oliveira, as visitas nos projetos “reforçam um sentimento que a gente tem de fazer com que a política pública chegue efetivamente ao seu público alvo. É desse reforço estratégico que a gente pede, inclusive, que iniciativas desse porte sejam multiplicadas”.

Esta foi a 14ª reunião do Comitê Itinerante de Patrocínios, que tem como meta avaliar propostas de patrocínio para projetos esportivos, sociais, culturais entre outros. Os encontros do Comitê são oferecidos pelos órgãos/entidades interessados em apresentar seus Programas e Projetos com vistas à captação de recursos.

Instituto Pró-Ação
Entidade parceira do Programa Segundo Tempo, o Instituto Pro-Ação atende 6 mil estudantes nas cidades de Luziânia e Valparaízo, ambas no estado do Goiás. As crianças e adolescentes têm, no período oposto ao ensino regular, a pratica esportiva, a alimentação e o reforço escolar além de atividades extracurriculares como dança, capoeira e teatro. Os jovens beneficiados também recebem uniformes e materiais esportivos gratuitos assegurados pelo Ministério do Esporte.

Na parceria com o Pintando a Cidadania o Instituto Pró-Ação produz bolas, bonés e camisetas. Mais que isso, a confecção desses itens esportivos gera renda para cerca de 180 moradores do bairro Céu Azul, local de funcionamento da fábrica. A maioria dos trabalhadores é de pais de alunos do Programa Segundo Tempo e de estudantes que já completaram 18 anos. Todo material produzido pela fábrica é distribuído nos programas sociais do Ministério do Esporte e em escolas públicas do país.



Breno Barros
Foto: Everton Sousa
Ascom - Ministério do Esporte


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