Redes Sociais: Facebook   Google Plus   Extragram   Twitter   Flickr   Youtube

Notícias


05/08/2008 às 15:07 - Ministério do Esporte realiza oficina de construção do Programa Segundo Tempo Universitário  

Desenvolver uma proposta pedagógica em que o Programa Segundo Tempo atenda estudantes do ensino superior dentro das universidades do Brasil. Este é o objetivo da oficina setorial da Secretaria Nacional de Esporte Educacional do Ministério do Esporte realizada nesta terça-feira (5), no Hotel Nacional de Brasília. A reunião de trabalho, conforme o secretário Nacional de Esporte Educacional, Julio Filgueira, é o pontapé inicial para que sejam alcançadas as diretrizes minimamente homogêneas, que orientarão o projeto piloto a ser implantado em 12 universidades do país ainda em 2008.

Entre os participantes da oficina estavam o diretor da União Nacional dos Estudantes (UNE), Alcides dos Anjos, a diretora substituta do Ministério da Educação, Patrícia Villas Boas, e o presidente da Confederação Nacional do Desporto Universitário, Luciano Cabral.

O encontro discutirá a construção dos fundamentos para o Programa Segundo Tempo Universitário, contendo objetivo, diretrizes, ações, cronograma de atividades do projeto piloto. Julio Filgueira explica que a estratégia a ser adotada não é a de sensibilizar universidades para que elas recebam o programa Segundo Tempo que contempla, atualmente, em todo país, um milhão de estudantes dos ensinos médio e fundamental da rede pública. A meta é discutir o Segundo Tempo Universitário voltado à comunidade acadêmica e aos estudantes universitários.

O esforço de discutir a formulação e implantação desse projeto tem como base a proposta pedagógica dos cinco anos de realização do programa Segundo Tempo. “Qual a melhor metodologia para atender um universitário estudante de medicina de18 anos de idade? É a mesma proposta oferecida a um estudante de 14 anos?”, provocou Filgueira ao antecipar a idéia de lançar o programa que em 2009, com chamada pública para a participação das instituições de ensino parceiras.

O diretor nacional de Esporte Universitário, Apolinário Rabelo, ressalta que o Segundo Tempo faz um movimento de ampliação. “Hoje contamos com núcleos específicos em comunidades quilombolas, ribeirinhas e indígenas. Essa necessidade chega hoje às universidades e servirá como instrumento de base e pesquisa para que formandos, pos-graduandos e mestrandos possam utilizá-los em seus trabalhos”, disse.

Carla Belizária
Ascom – Ministério do Esporte


  Enviar Matéria Imprimir   Compartilhar: Facebook Twitter Orkut Link: