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10/11/2006 às 15:13 - Guiné-Bissau quer levar Programa Segundo tempo para o país  


O ministro do Esporte, Orlando Silva Jr., recebeu na terça-feira (07/11), em Brasília, uma comitiva ministerial do país africano Guiné-Bissau. Os guinenses estão interessados em exportar para o seu país o modelo do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte

O ministro do Comércio Indústria e Artesanato guinense, Pascoal Domingos Baticã, elogiou a política externa do Presidente Lula, que fortalece os laços de amizades com as nações vizinhas e africanas. “O Brasil tem priorizado o desenvolvimento humano dos países pobres e incentivado um novo modelo de desenvolvimento”, destacou.

Baticã também afirmou acreditar que os projetos do Ministério podem incentivar a educação e promover a cidadania e a inclusão social em seu país. A Guiné-Bissau está entre as nações menos desenvolvidas do globo e entre os 20 mais pobres países. Sua economia depende fortemente da monocultura da castanha do caju e o analfabetismo atinge cerca de 76% da população.

Silva Jr. afirmou que o Brasil está disposto a iniciar um diálago com o país sobre a transferência de tecnologias e experiências, incluindo a implantação do Programa Segundo Tempo em Guiné-Bissau. As conversas serão aprofundadas no próximo encontro da CPLP – Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que será realizado em Salvador, no próximo mês.

Integraram a comitiva de Guiné-Bissau o ministro de Estado do Comércio Indústria e Artesanato, Pascoal Domingos Baticã, o presidente da Coordenação Nacional do Caju, Henrique Mendes, o diretor Comercial Reso Brasil, Reinaldo Paiva, e o diretor Financeiro da Soufer Industrial, Edmilson Cardoso. Participaram também do encontro, pelo Ministério do Esporte, o secretário Nacional de Esporte Educacional, João Ghizoni, e o assessor Internacional, Marcelo Ramos.

Segundo Tempo
O programa Segundo Tempo tem se mostrado um grande instrumento de inclusão social, ao levar a mais de um milhão de crianças brasileiras, desde 2003, a oportunidade de praticar esportes no contra-turno da escola, além de oferecer acompanhamento pedagógico e reforço alimentar. O programa é implantado por meio de convênio do Ministério do Esporte com governos estaduais, municipais, ONGs, sindicatos, entidades religiosas, entre outras. Na África, o programa atende mil crianças em três núcleos distribuídos em Angola. Além de Guiné-Biassau, Moçambique e Zimbabuê mostraram interesse em implantar a iniciativa em seu território.



Fabiane Schmidt
Ascom-Ministério do Esporte


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