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05/10/2005 às 10:15 - Brasil exporta Segundo Tempo para 1 mil crianças angolanas  

Tudo pronto para o governo brasileiro lançar o Segundo Tempo em Luanda, Angola. Técnicos brasileiros do Ministério do Esporte visitaram o país para tratar da implantação desse programa de inclusão social, que já contempla um milhão de jovens em situação de risco social no Brasil. Além da prática esportiva, os beneficiados recebem reforço escolar e alimentar gratuitamente.

Além de fazer inspeção nas instalações dos primeiros núcleos angolanos do Segundo Tempo, os representantes brasileiros capacitaram 40 profissionais que atuarão como multiplicadores, colaboradores, monitores e técnicos do programa no país.

Na parceria com o Ministério da Juventude e do Desporto de Angola, o Segundo Tempo irá atender 1 mil crianças em parceria também com instituições locais como o Instituto Salesianos Dom Bosco, que beneficiará 700 crianças moradoras do distrito de Sambizanga, província de Luanda. A localidade mais conhecida como antigo Bairro da Lixeira é uma das mais pobres da região: possui 400 mil moradores que vivem basicamente do comércio informal.

Outro núcleo que receberá o Segundo Tempo em Angola será o Centro de Recolhimento Arnaldo Jansen, na província de Rangel, referência na área social por oferecer atividades profissionalizantes, esportivas e educacionais. A parceria no local contemplará 100 meninos de rua.

Mais um núcleo do Segundo Tempo a ser inaugurado em Angola fica na província de Terra Nova, distante 20 quilômetros de Luanda. A Associação dos Naturais e Amigos Residentes em Angola (Anatemo) vai beneficiar 200 jovens. Atualmente, a ONG já desenvolve atividades esportivas, profissionalizantes, culturais (teatro, dança e artesanato) e de saúde.

Pintando a liberdade - Outros dois técnicos do Ministério do Esporte ainda estão em Luanda para a implantação de uma fábrica de material esportivo do Pintando a Liberdade, outro programa do governo federal do Brasil. No acordo de cooperação internacional firmado entre os dois países serão contemplados cerca de 400 presidiários angolanos.

Entre os itens esportivos fabricados estão previstos a produção de 1,5 mil bolas de vôlei, futsal, basquete, handebol e futebol que irão abastecer os núcleos do Segundo Tempo e escolas da região.


Carla Belizária


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