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01/07/2005 às 16:58 - Palestras e oficinas pautam Seminário Regional do Segundo Tempo no DF  

A essência do Programa Segundo Tempo se traduz basicamente no desenvolvimento de uma ampla rede de solidariedade costurada pelos parceiros e gestores locais. Por isso, o ministro do Esporte, Agnelo Queiroz, acredita que a realização de cerca de 20 cursos ofercidos ontem (30/06) e hoje (01/07), na Universidade Paulista (Unip), durante o 2º Seminário Regional do Segundo Tempo no DF, garantiu ainda mais o aprimoramento dos conhecimentos de cerca de 800 profissionais do programa no Distrito Federal.

São palestras e oficinas com conteúdos teóricos e práticos para a promoção de desenvolvimento humano nos núcleos do programa. “É um trabalho brilhante que, além de treinar os profissionais que atuam nos núcleos de atendimento, dá um embasamento capaz de reforçar a importância do esporte como ferramenta de inclusão social. É até mesmo um exemplo a ser copiado por outros países”, defende Agnelo Queiroz.

Idéias para imcrementar ainda mais as atividades do Programa Segundo Tempo não faltaram no Seminário. A monitora Tânia, do núcleo da Associação dos Servidores do Tribunal de Contas da União (ASTCU), ensinou como fazer telas e pintar quadros apriveitando material reciclado, como madeiras e panos de faixas de anúncios. Além dos quadros, que podem ser vendidos a R$ 15 cada, o núcleo investe em mais duas outras oficinas: uma de artesano utilizando folhas de jornal e outra de tear. “Por incrível que pareça, os meninos são os que mais querem aprender a tecer. Todos querem ter uma touca para usar na cabeça”, explica Tânia.

A coordenadora de Capacitação e Eventos do Minsitério do Esporte, Lene Santiago, faz um balanço muito positivo do Encontro Regional, que reuniu mais de 800 profissionais (professores e alunos universitários de Educação Física) do Segundo Tempo no DF e entorno. Na avaliação da Ralcilene, a troca de experiências aponta o nível de qualidade do programa em Brasília. “As oficinas ensinaram como atuar em jogos cooperativos, como lidar com portadores de necessidades especiais, com o lúdico nas atividades esportivas, com a corporiedade. Os participantes também tiveram noções de primeiros socorros”, enumera Lene.

O Segundo Tempo, programa de inclusão social por meio do esporte do governo federal, atende hoje a 60 mil crianças no DF e entorno, por meio de 15 parcerias. No Brasil, já são mais de 1 milhão de jovens atendidos, em cerca de 2.400 núcleos espalhados por 800 municípios. O Ministério do Esporte mantém parcerias com as três escalas do governo – estadual, municipal – ONG’s, OSCIP’s, entidades sindicais,clubes sociais, confederações esportivas e instituições religiosas.


Carla Belizária


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