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04/01/2012 às 18h17 - Pelc de Campinas se destaca por dinâmica funcional e criatividade


Ações compartilhadas com entidades locais garantem eficiência e bons resultados ao Programa Esporte e Lazer da Cidade (Pelc) em Campinas (SP). As 1.700 pessoas – crianças, adolescentes, adultos e idosos – atendidas nas parcerias com o Instituto SOS Pequeninos e com o Movimentos em Semente vivenciam a experiência de ações voltadas ao esporte, ao lazer e à cultura, somadas a dois novos empreendimentos: a brinquedoteca e a horta comunitária.

Com o foco voltado para o público infantil, a implementação da brinquedoteca, no fim do ano passado, contou com a colaboração de instituições privadas. Foram inúmeras as doações de brinquedos, como jogos coletivos, livros recreativos, bonecas, ursos de pelúcia e carrinhos. A unidade de atendimento funciona na Associação de Educação do Homem do Amanhã, no bairro Parque Itália, na região central da cidade.  “Arrecadamos, nessa campanha no final de 2011, mais de 500 novos brinquedos que vão fazer a alegria da garotada”, revela a coordenadora Débora Machado.

Para atrair a juventude, um dos destaques é o “rope skipping”, atividade circense que utiliza cordas acrobáticas. Cerca de 50  rapazes e moças aprendem a fazer malabarismo no núcleo Movimento Assistencial Espírita Maria Rosa, no bairro Jardim Campineiro, na periferia.

A arte de contar histórias também faz sucesso. Desenvolvida no núcleo Educação do Amanhã, a atividade é coordenada pelos agentes do Pelc e atende a cerca de 200 crianças, numa parceria com a Escola Municipal de Educação Infantil Celisa. Segundo os profissionais envolvidos, “a contação de histórias dá credibilidade às fábulas apresentadas, promove uma maior interatividade e motiva o conhecimento e a criatividade por meio da troca de experiências entre os pequenos espectadores”.

No núcleo Maria Rosa, a iniciativa de reativar a antiga horta abandonada deu certo. A doação de sementes feita por colaboradores resultou em aprendizado. Adultos, jovens e crianças estão envolvidos com o método do plantio de hortaliças como couve, repolho e espinafre, além das ervas aromáticas de hortelã, cebolinha e manjericão.

Ainda são oferecidas três oficinas: “black music”, expressão corporal e “Crescendo no Esporte”, em que, a cada mês, é trabalhado um tipo de modalidade promovendo a interação do público juvenil. No caso dos alunos da terceira idade, a oficina de expressão corporal está sendo um grande desafio. Segundo Débora Machado, o trabalho, que começou no fim de 2011, exigiu a sensibilização da comunidade. “Não havia tradição no atendimento ao público dos mais vividos. Foi necessário conversar e convencer cada um deles.”

Formação
Outro grande diferencial do Pelc em Campinas é o processo de formação continuada. A atividade começou com a capacitação profissional do Ministério do Esporte e teve continuidade com ações semanais desenvolvidas em quatro momentos: formação temática com tema específico; troca de repertório de atividades; dia de discussão para planejamento geral; e processos de avaliação com planejamento de núcleos.

A ação de formação envolveu agentes, coordenadores, representantes das atividades parceiras e jovens protagonistas. Esses últimos são preparados para defender a garantia de seus direitos nas áreas do esporte e do lazer.

Segundo a coordenadora-geral de Implementação de Projetos de Lazer e de Inclusão Social do Ministério do Esporte, Claudia Bonalume, ações como as do Pelc de Campinas cumprem fielmente os objetivos do programa: “Envolver a comunidade em todos os momentos do processo, variar as atividades de acordo com os interesses e necessidades dos beneficiados, formar permanentemente as pessoas que atuam no programa e buscar parcerias para ampliar as possibilidades são a essência de uma boa execução do Pelc”.

Carla Belizária
Foto: Divulgação
Ascom – Ministério do Esporte
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