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28/10/2012 às 13h34 - No Dia Mundial do Judô, conheça uma das jovens promessas da modalidade para 2016  

O Brasil vibrou com as quatro medalhas conquistadas pelos atletas nacionais do judô nos Jogos Olímpicos de Londres, em setembro deste ano. Daqui a quatro anos, em terras brasileiras, quem promete chamar a atenção da torcida verde e amarela é Flávia Gomes, que compete na categoria até 57 kg. Aos 18 anos, a judoca já sabe como é vivenciar o clima olímpico: ela esteve em Londres como um dos 16 jovens atletas convocados pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) no Projeto Vivência Olímpica, que levou promessas do esporte nacional à capital inglesa para ter uma experiência olímpica antecipada visando à preparação para os Jogos Rio 2016.

Levando em conta os títulos já conquistados, Flávia assegura que não decepcionará a torcida brasileira nos tatames: a judoca é campeã sub-17, vice-campeã dos Jogos Olímpicos da Juventude, quatro vezes campeã pan-americana e oito vezes campeã brasileira. No Dia Mundial do Judô, que é comemorado neste domingo (28.10), a jovem promessa da modalidade conta quem são seus ídolos no esporte e como está a rotina de treinos para buscar, em casa, uma medalha olímpica nos Jogos de 2016.

ME – Como você começou a praticar a modalidade?

Entrei no judô aos 9 anos em uma academia perto da minha casa, no interior de São Paulo, que oferecia aulas. Comecei a praticar só porque não tinha nenhuma atividade, mesmo, para ocupar o tempo. Aí continuei nas aulas e acabei gostando. Meus pais sempre me incentivaram e eu sempre gostei de participar das competições.

ME – Como é ser vista como uma promessa e como está se preparando para 2016?

Não me preocupo muito com isso. Já comecei a preparação para os Jogos Olímpicos. Treino todos os dias, duas vezes por dia. Cada treino tem aproximadamente duas horas. No próximo ano vou focar em competições internacionais.

ME – Quem são os seus ídolos no esporte?

Eu me espelho muito no Leandro Guilheiro e no Tiago Camilo. São dois atletas bastante completos e que têm um judô muito bonito e bem próximo do que eu gosto.

ME - Como foi a participação no Projeto Vivência Olímpica do COB?

Participar do projeto foi muito bacana. Eu pude, como se diz, “quebrar o gelo” de estar em uma competição tão grande quanto uma Olimpíada. Agora já sei como é, e já tenho noção de como é o ritmo olímpico.

A vivência acrescentou muito, principalmente por poder estar próxima aos atletas, conhecer a Vila Olímpica. Fez toda a diferença para a minha participação em 2016.

Paula Braga
Foto: Divulgação
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