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09/07/2013 às 20h40 - Com recursos do Ministério do Esporte, judocas competem no Brasil e na Argentina  

Enquanto 63 atletas das seleções nacionais de base terminavam seu período de concentração no interior de São Paulo para embarcar, nesta quarta-feira (10.07), para o Sul-Americano e o Pan-Americano de Judô, na Argentina, outros 84 novos judocas brasileiros, a maior parte deles também na faixa etária de 15 a 21 anos, tiveram a chance de mostrar seu talento em casa nesta terça-feira (09.07). Sede dos próximos Jogos Olímpicos, em 2016, o Rio de Janeiro recebeu o Desafio Interestadual Top Team Judô Rio 2013, evento-teste para o Mundial da modalidade, que acontece, também na cidade olímpica, em agosto.
 
Nesse celeiro de talentos nacionais, o Top Team reuniu atletas dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia, cada um com 28 representantes. As disputas pelo ouro foram bastante acirradas, e os pódios, democráticos, a maioria com representantes de cada estado. Os resultados por categoria podem ser conferidos no microblog da Confederação Brasileira de Judô (www.twitter.com/noticiascbj) e pela hashtag #DesafioInterestadualRJSPBA

Entre os medalhistas, está a carioca Maria Eduarda Gonçalves, de 18 anos, que foi prata na categoria 48kg. Bolsista do Ministério do Esporte há cinco anos, a judoca júnior treina com a equipe multidisciplinar da CBJ com o olhar voltado para 2016: “Disputar uma Olimpíada em casa é um sonho para qualquer um. Vou trabalhar focada no que tenho de fazer para evoluir sempre”.

Maria elogia o apoio que recebe como atleta: “Tenho treinos físicos e técnicos, de todos os tipos, o que é fundamental para meu desenvolvimento, assim como a Bolsa-Atleta, que, além de uma ajuda enorme, é um incentivo para que os atletas continuem no esporte”, avalia a jovem promessa, encantada com a torcida que recebeu em casa: “É muito especial ter a torcida inteira gritando por você. Dá um sentimento que é incomparável. Tenho certeza de que a torcida vai empurrar a Seleção Brasileira a muitas medalhas no Mundial, mês que vem”, vislumbra.

Realizado no Centro de Treinamento da Federação de Judô do Estado do Rio de Janeiro (FJERJ), o Desafio foi mais um evento sediado na instalação do Complexo Esportivo de Deodoro, legado dos Jogos Pan-Americanos de 2007. O local, que fica na Zona Oeste do Rio de Janeiro, será palco de diversas competições dos Jogos Rio 2016. Desde o fim do Pan de 2007, o complexo recebeu mais de 260 eventos esportivos.

Investimento na base
Para o Pan-Americano e o Sul-Americano Sub-18 e Sub-21, que acontecem de sexta-feira (12.07) a domingo (14.07), em Buenos Aires, na Argentina, as seleções de base de judô viajaram completas. Ao todo, embarcaram 63 atletas e 17 profissionais da comissão técnica.

Como parte do programa de investimentos que tem como meta os Jogos Olímpicos Rio 2016, a participação nacional foi viabilizada com recursos do Ministério do Esporte para viagens, hospedagem e alimentação das delegações, bem como a contratação de profissionais para equipes multidisciplinares, como técnicos, fisioterapeutas, médico, nutricionista e psicólogo. O ministério repassou R$ 3,4 milhões à Confederação Brasileira de Judô (CBJ) exclusivamente para a preparação das seleções de base.

Nesta terça-feira, os atletas concentrados em São Paulo assistiram a uma palestra da nutricionista Patrícia Vieira, que acompanha a equipe (foto). “Muita gente vai viajar amanhã pela primeira vez para uma competição desse porte e, por isso, não tem noção do que pode consumir e quais são os problemas que certos alimentos podem causar", explica Patrícia. Ela reiterou ainda a importância da hidratação correta dos atletas.

Recorde
Os 64 talentos de 15 a 19 anos são divididos em duas equipes de 32 integrantes: Sub-18 (15, 16 e 17 anos) e Sub-21 (15 a 19 anos). São quatro atletas – dois no feminino e dois no masculino – em cada uma das oito categorias por peso.
 
“O apoio à base nunca foi tão grande quanto agora. Este ano, tivemos recorde tanto na captação quanto na utilização de recursos”, diz Kenji Saito, gestor técnico das equipes de base da CBJ. De olho nos pupilos, o gestor técnico das equipes adultas da confederação, Ney Wilson, aponta que “sempre há a possibilidade de aparecerem novos talentos”.

Priscila Novaes, do Rio de Janeiro, especial para o Ministério do Esporte
Foto: Divulgação
Ascom – Ministério do Esporte
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