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06/06/2013 às 08h40 - Dupla feminina tem temporada brilhante no Circuito Sul-Americano de Vôlei de Praia  

Elize Maia e Fernanda Berti estarão neste fim de semana em Bogotá, Colômbia, para mais uma etapa do Circuito Sul-Americano de Vôlei de Praia. A dupla, formada neste ano, foi campeã nas etapas de Montevidéu, no Uruguai; Porto de La Cruz, na Venezuela, e Cochabamba, na Bolívia, além de vice-campeã em Viña del Mar, no Chile, e Assunção, no Paraguai. As brasileiras só não participaram da primeira etapa, em Santa Fé, na Argentina.

As seleções de vôlei de praia recebem recursos do Ministério do Esporte, repassados à Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) para cobertura de custos de participação em competições internacionais, com comissão técnica e de apoio multidisciplinar, além de passagens, hospedagem e alimentação.

Apenas para as seleções adultas são R$ 8,9 milhões em 2013. Do Circuito Sul-Americano, Elize e Fernanda, por exemplo, ainda têm uma etapa a ser disputada em Sobral, no Ceará, com total de oito nesta temporada (no masculino, estão participando as duplas Thiago e Hevaldo, Oscar e Edson Filipe).

No Circuito Mundial, sob o sistema de seleções implantado pela CBV, o Brasil soma seis pódios, sob o comando dos técnicos Letícia Pessoa (das duplas masculinas) e Marcos Miranda (das duplas femininas).  E na final da Copa do Mundo, disputada em Campinas, São Paulo, neste início de mês, os brasileiros levaram ouro no masculino, com Alison e Emanuel, e no feminino, com Talita e Maria Elisa.

Para o Rio 2016 e também para os Jogos de 2020

Os convênios do Ministério do Esporte com a CBV também repassam recursos para as chamadas seleções de base (R$ 1,7 milhão para este ano) – no caso, das categorias sub-19 e sub-21, que têm Mundiais este ano em Porto, Portugal, e Umag, Croácia, respectivamente.

Pedro Henrique Resende Santos é filho de Ricardo, detentor de três medalhas olímpicas no vôlei de praia (ouro em Atenas 2004, prata em Sydney 2000 e bronze em Pequim 2008), e tem por meta os Jogos Olímpicos de 2020. Com 16 anos e 1,92 m, Pedro é bloqueador e faz dupla com George. Começou no esporte há apenas um ano, no mesmo centro de treinamento de João Pessoa, na Paraíba, onde treina o pai.

“Estamos trabalhando desde o ano passado para o Mundial. Nosso objetivo é pódio”, diz Pedro, explicando que em sua categoria a média de altura está muito alta, com jogadores juvenis de 2,03 m, da Europa em geral, e da Rússia em particular. “Na sub-19, com menos experiência, altura faz mais diferença do que na adulta.”

Pedro sabe que as categorias de base estão tendo mais investimentos visando aos Jogos de 2020. “Para o Rio 2016 acho que seria precipitado pensar, só se a gente conseguisse uma evolução muito grande”, observa o jogador, que no CT da CBV em Saquarema, no Rio de Janeiro, teve intensificada a preparação técnica em comparação com João Pessoa.

“Estou pegando mais pesado, agora, mas estou bem tranquilo. Treino todo dia, como também faço academia – lá, os treinos eram três vezes por semana.” O ganho de massa muscular, nesse primeiro ano de trabalho, foi de quatro quilos: de 76 kg para 80 kg. “Também acho que cresci um pouco – acho que quando comecei estava com 1,90 m.”


Denise Mirás
Foto: Divulgação/CBV
Ascom - Ministério do Esporte

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