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21/10/2011 às 04h10 - Brasil consegue a revanche contra Cuba e é ouro no vôlei feminino do Pan após 12 anos  

Revanche e alívio. Quatro anos depois de perder o ouro para Cuba diante do Maracanazinho lotado, a seleção feminina de vôlei deu o troco. Quem esteve presente no Complexo Pan-Americano de Voleibol, em Guadalajara, no México, na noite desta quinta-feira (20.10) viu uma partida tensa e muito disputada. Foi assim, na raça, que as meninas do Brasil derrotaram Cuba por 3 a 2.

“Foi um jogo muito importante para a gente. Primeiro, por ganhar o Pan-Americano. Depois, por ter sido um jogo duro, de 3 a 2, disputado do início ao fim”, disse o técnico da seleção feminina, José Roberto Guimarães. O Brasil não vencia o Pan no vôlei feminino desde os Jogos de Winnipeg, no Canadá, em 1999.

No primeiro set, as brasileiras venceram fácil, por dez pontos de diferença: 25 a 15. O segundo set foi diferente. Parecia outra partida. As cubanas saíram na frente com vantagem de cinco pontos, o Brasil chegou a encostar no placar em alguns momentos, mas as adversárias finalizaram por 25 a 21.

O terceiro set mostrou uma disputa ponto a ponto. Um dos destaques da equipe brasileira foi Fernanda Garay. Ela saiu do banco para fazer a diferença e ajudou o time a fechar a terceira parcial por 25 a 21.

O quarto set começou equilibrado. O principal rali entre as duas equipes foi aplaudido de pé pelo público. Mas a cubana Kenia Carcases se revelou o pesadelo das brasileiras no saque, com bolas altas e rápidas. Cuba chegou a abrir uma ampla vantagem: 22 a 13. As brasileiras tentaram reagir, só que era tarde demais. Mais uma vez o placar de 25 a 21 e Cuba levou a partida para o tie-break. Nas arquibancadas, festa para as centro-americanas, em uma das raras disputas em que o Brasil não era o preferido nos gritos de incentivo.

Tensão
O set de desempate foi tenso, com a rivalidade pesando a cada ponto. Só que as brasileiras tinham uma derrota engasgada e não queriam repetir a história do Pan de 2007. Ganharam por 15 a 10 e explodiram em alegria. Um resultado que teve a contribuição de todas as jogadoras convocadas para o jogo decisivo.

“O mais importante foi a vitória do grupo. As jogadoras entraram, saíram, voltaram e acabaram ajudando no contexto geral. As jogadoras que vieram do banco deram uma ajuda muito boa para a equipe. A Fernanda entrou muito bem. Ela tem uma característica de muita energia e foi decisiva nos momentos mais difíceis do jogo”, analisou Guimarães.

Confira as notícias dos Jogos Pan-Americanos no site do Ministério do Esporte

Breno Barros e Carol Delmazo, de Guadalajara
Foto: Ascom
Ascom – Ministério do Esporte
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