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15/10/2011 às 02h38 - Show de luzes e cores marca festa de abertura dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara    

Quem foi ao Estádio Omnilife, na noite desta sexta-feira (14.10), para a abertura dos XVI Jogos Pan-Americanos Guadalajara 2011, no México, acabou sendo parte essencial da festa. Com lanternas de diversas cores, o público interagiu com os artistas e fez brilhar a arena, no espetáculo que abriu a maior competição esportiva das Américas. O ministro do Esporte, Orlando Silva, compareceu à cerimônia.

A festa, que começou pontualmente às 20h (22h em Brasília), foi tipicamente mexicana. No palco montado sobre o gramado do estádio, um dos mais famosos cantores da chamada “música rancheira”, Vicente Fernández, entoou o hino mexicano e, na sequência, comandou a apresentação dos mariachis, músicos tradicionais do país. As canções e danças típicas nasceram na cidade de Guadalajara.

A primeira delegação a entrar foi a da Argentina. Aos poucos, os 42 países foram tomando seus lugares, enquanto as bandeiras nacionais eram projetadas no centro do palco. A mistura de cores dos uniformes dos atletas desenhavam a diversidade das Américas.

Os brasileiros foram recebidos com muita festa. Liderados pelo recordista de medalhas de ouro em Jogos Pan-Americanos, o bolsista do Ministério do Esporte Hugo Hoyama, 270 atletas vestiram literalmente as cores nacionais: alguns com uniformes verdes, uns com azuis e outros com amarelo, todos desenhados para a abertura pelo estilista Oskar Metsavaht.

O governador do Estado de Jalisco e presidente do Comitê Organizador dos Jogos (Copag), Emilio González Márquez, destacou a importância do esporte como elemento de união entre os países: “Queremos contribuir para uma América solidária, justa e pacífica”.

Já o presidente da Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa), Mario Vásquez Raña, deu as boas vindas aos atletas. Em seguida, o presidente mexicano, Felipe Calderón, declarou abertos oficialmente os Jogos.

A partir daí, seguiu-se uma série de apresentações cheias de efeitos especiais, com referência ao Pan e à cultura local. Em todas elas, as lanterninhas cumpriram um papel importante, o que garantiu a interatividade com o público até o fim da festa.

Depois de passar por 38 estados mexicanos, durante 50 dias, a tocha dos Jogos Pan-Americanos foi acesa no estádio Omnilife pela medalhista olímpica de saltos ornamentais Paola Espinosa.

Quando a luz das lanterninhas se uniu à claridade da tocha, a celebração chegou ao fim e, ao mesmo tempo, marcou o começo das disputas. Até 30 de outubro, o fogo que iluminou todo o estádio vai ser lembrado em pequenos brilhos dourados, no alto do pódio de cada uma das competições.

Confira a reportagem em áudio



Breno Barros e Carol Delmazo, de Guadalajara
Foto: Glauber Queiroz
Ascom – Ministério do Esporte
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