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29/08/2011 às 19h22 - BOLSA-ATLETA RUMO AO PAN: Vela nacional pretende manter tradição de vitórias  

Bons ventos. É o que os velejadores brasileiros esperam nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011, em outubro, no México. A equipe nacional será representada por 16 atletas, nas classes J24, lightning, hobie cat 16, snipe, sunfish, laser standard, laser radial e RS:X (masculino e feminino).  A expectativa é que os atletas repitam o desempenho da última edição dos Jogos, em 2007, no Rio de Janeiro, em que o país ficou na primeira colocação no quadro de medalhas na modalidade – três de ouro, duas de prata e duas de bronze.

Em outubro, a delegação nacional contará com o empenho de oito atletas beneficiados pelo programa Bolsa-Atleta, do Ministério do Esporte: Alexandre Saldanha, Daniel Rabha, Bernardo Muller, Bruno dos Reis, Alexandre Tinoco, Matheus Livramento Dellagnelo, Adriana Kostiw e Bruno Fontes.

A vela é um dos esportes mais tradicionais no Brasil e o que mais conquistou medalhas na história dos Jogos Olímpicos. O Pan terá um sabor especial para muitos dos bolsistas, como o representante da classe laser standard, Bruno Fontes. As disputas na raia de Puerto Vallarta – cidade litorânea do estado de Jalisco, a 350 quilômetros de Guadalajara – serão a primeira experiência do atleta em Jogos Pan-Americanos.

“Estou bem preparado. Vou lutar para conquistar um pódio. A medalha que vier será bem-vinda. A classe evoluiu muito e os velejadores das Américas estão em alto nível, como as principais nações do esporte. Serão 18 atletas na raia, entre eles, oito estão entre os melhores do mundo”, disse o velejador.

Bruno Fontes ocupa atualmente a quinta colocação no ranking mundial. Em 2011, o bolsista vem colhendo bons resultados, como a sexta colocação na Copa do Mundo, a medalha de prata na etapa da Holanda da Copa do Mundo e o quinto título nacional.

Equipamentos
Com as recentes mudanças dos critérios para recebimento do Bolsa-Atleta, o velejador, que sempre contou com o auxílio de patrocinadores, passou a integrar o programa do governo federal neste ano. “Receber o benefício traz uma tranquilidade para o atleta, que pode investir ainda mais na preparação. É bom saber que o governo está investindo diretamente no atleta. Esse auxílio ajuda nas viagens e, principalmente, nos equipamentos, que na vela são caros”, explica.

O velejador salienta que a vela é um esporte caro e que toda a ajuda financeira é importante para se manter entre os melhores da categoria.  “Estou há oito meses viajando e competindo direto. Fico duas semanas fora e duas semanas no Brasil. A ajuda financeira é necessária, pois a despesa é grande, além de contribuir na parte dos suplementos alimentares, do fisioterapeuta e do preparador físico”, esclarece.
 
A equipe nacional de vela conta também com Maurício Bahiense, Guilherme de Almeida, Cláudio Biekarck, Gunnar Ficker, Marcelo Silva, Gabriel Borges, Ricardo Winicki e Patrícia Dacosta Freitas.

Conheça a modalidade:



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Breno Barros
Foto: Divulgação
Ascom – Ministério do Esporte
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