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07/08/2012 às 09h40 - Zanetti acredita que medalha abrirá portas para a ginástica no Brasil  

O título conquistado por Arthur Zanetti, beneficiário do programa Bolsa-Atleta do Ministério do Esporte, pode abrir as portas para a modalidade no Brasil. Esse é o pensamento do ginasta, que conquistou a medalha de ouro na ginástica artística nos Jogos Olímpicos de Londres na prova das argolas.

“Acredito que essa medalha vai abrir muitas portas porque, além de estar ajudando o esporte de alto rendimento, também ajudaremos o esporte de base, a aumentar o número de equipamentos nos clubes, nas cidades e nos ginásios, focando na base. A ginástica tem muitos atletas e se forem oferecidas mais estruturas o número de praticantes pode aumentar”, disse Zanetti, na coletiva de imprensa na Casa Brasil, nesta terça-feira (07.08), em Londres.

A conquista olímpica do bolsista foi fruto de muito trabalho, que começou desde 2007, quando Zanetti, com apenas 17 anos, competiu no seu primeiro campeonato mundial. “A conquista não vem de uma hora para outra. Ela veio do meu trabalho, desde 2007, competição por competição. Para chegar ao mundial, ficar em segundo lugar e para conquistar o ouro olímpico, eu trabalhei”, lembrou o atleta.  

As argolas ficam a 2,75 metros do chão. O aparelho é o que mais exige força na ginástica artística. Para encarar o chinês, Zanetti arriscou tudo e aumentou o grau de dificuldade da série. Deu certo. “O meu primeiro objetivo era chegar à final. Depois era realizar a melhor prova, independentemente da colocação. Fiquei muito feliz de ter conquistado a medalha. Eu vim aqui para fazer o melhor e fiz. Estou bem satisfeito”, afirmou o ginasta, ao ressaltar que em competições de alto rendimento não existem favoritos.
 
Para ele, a ajuda financeira do governo federal, por meio do programa Bolsa-Atleta, é um grande incentivo para atletas permanecerem no esporte. Sobre os Jogos Olímpicos de 2016, Zanetti antecipou que vai manter a mesma estratégia. “O objetivo para os Jogos do Rio de Janeiro é levar uma equipe de ginástica completa. Com mais atletas, as chances de chegar às finais e de conseguir medalhas vai aumentando. Já a minha estratégia será a mesma: fazer o melhor e a medalha será somente uma consequência do trabalho realizado”, completou.

Confira reportagem com o ministro Aldo Rebelo sobre as conquistas dos bolsistas em Londres:



Breno Barros, de Londres
Foto: Marcelo Saraiva
Ascom – Ministério do Esporte
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