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01/08/2012 às 09h29 - Fora das finais em Londres, próximo alvo da atiradora Ana Luiza Ferrão é Rio 2016  

O alvo agora são os Jogos Rio 2016 para Ana Luiza Ferrão. Campeã pan-americana em Guadalajara no ano passado, a atiradora brasileira não conseguiu se classificar entre as oito finalistas na prova da pistola de 25m feminina, cuja eliminatória foi realizada nesta quarta-feira, 1º de agosto, no Royal Artillery Barracks. No somatório geral, após a disputa das duas séries (precisão e rapidez), Ana Luiza acabou em 39º e último lugar, com 560 pontos. A primeira colocada foi a coreana Jangmi Kim, com 591 pontos (novo recorde olímpico da prova). A briga pelas medalhas nesta modalidade do tiro esportivo acontece ainda nesta quarta-feira.

Resignada com o resultado, Ana Luiza ressaltou o alto nível das competidoras na prova da pistola de 25m e lembrou que o tiro esportivo ainda tem quatro anos para fazer uma boa preparação visando os Jogos Rio 2016. Segundo ela, a “imaturidade emocional” pesou muito e por isso não conseguiu um bom desempenho na prova desta manhã.

“Já sabia que a classificação seria muito difícil, pois estamos disputando os Jogos Olímpicos com um nível altíssimo entre as competidoras. No entanto, acho que poderia ter conseguido um desempenho melhor na prova. O que atrapalhou foi mesmo a parte emocional. Em algumas séries, a minha emoção aflorou na hora errada. Mas tudo aqui serviu de experiência e aprendizado”, analisou Ana Luiza, que aos 38 anos participou de seus primeiros Jogos Olímpicos.

Primeira atleta brasileira a garantir vaga nos Jogos Londres 2012, Ana Luiza Ferrão é também major do Exército Brasileiro e professora de biologia do Colégio Militar do Rio de Janeiro. Na sua alça de mira, ela enxerga agora a preparação para os Jogos Olímpicos Rio 2016.

“Eu já fico muito feliz por participar desta nova fase do tiro esportivo no Brasil. Muitas pessoas que nunca tinham ouvido falar neste esporte agora me perguntam como são as regras, como se faz para iniciar, etc. Em 2016 teremos uma chance ímpar de colocar mais atletas nas provas devido ao número maior de vagas para o país sede”, lembrou Ana Luiza.

Fonte: COB
Foto:Valterci Santos/AGIF/COB
Ascom – Ministério do Esporte
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