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28/06/2012 às 16h31 - Hugo Parisi se considera na melhor fase para encarar as disputas olímpicas  

Saltar de uma altura equivalente a um prédio de três andares realizando acrobacias no ar, até aterrissar de ponta-cabeça na piscina de forma suave e elegante. Essa será a missão de Hugo Parisi, que representará o país nas Olimpíadas nos saltos ornamentais, na plataforma de 10 m. Cesar Castro e Juliana Veloso farão os mesmos movimentos no trampolim de 3 m no Centro Aquático de Londres.  

Até o caminho da tão sonhada final olímpica, os atletas terão seis oportunidades para apresentar o melhor desempenho na plataforma ou no trampolim. “O mais difícil é conseguir se concentrar para fazer uma boa competição com regularidade, sendo muito bom em todos os saltos. Nós temos seis saltos para realizar e não adianta fazer quatro saltos muito bons e dois ruins. Temos que nos concentrar para fazer os seis saltos das nossas vidas”, diz Hugo Parisi, saltador beneficiado pelo programa Bolsa-Atleta do Ministério do Esporte.

 Parisi, que mora e treina em Brasília, embarcará no dia 16 de julho a caminho da sua terceira Olimpíada – o atleta representou o Brasil em Atenas 2004 e Pequim 2008. “Participar da terceira Olimpíada não é para qualquer atleta. Estou muito orgulhoso de representar o meu país e acredito que estou indo na minha melhor fase”, revela.

 O atleta comemora sua forma física para a competição. “Nas edições anteriores dos Jogos Olímpicos eu competi vindo de lesões. Assim, eu não poderia puxar tanto o treino como eu gostaria. Hoje, a realidade é outra. Nós conseguimos zerar todas as lesões para chegar a Londres na melhor forma física”, explica Parisi.
 
A estreia da modalidade nos Jogos Olímpicos foi há 108 anos, na edição de Saint Louis, em 1904. Os saltadores serão julgados pela qualidade técnica, estilo e grau de dificuldade do salto. “A gente está tentando preparar um salto mais difícil, um quatro e meio de frente. Nós não definimos ainda se vamos usá-lo na competição, porque não adianta fazer um salto mais forte e errar. De repente, se optarmos por um de grau de dificuldade menor e acertar, conseguiremos mais pontos no final”, afirma.

Nos saltos ornamentais os maiores adversários do brasileiro serão os chineses, norte-americanos, mexicanos, ingleses e russos. “Nas Olimpíadas, competem os melhores. Então, tem muitos atletas bons que lutarão por somente 12 vagas na final”. Quando perguntado pelo objetivo em Londres, Parisi tem a resposta na ponta da língua. “Quero estar entre os 12 e chegar na final”, completa, confiante.

Confira o vídeo sobre os saltos ornamentais:




Confira o hotsite sobre os Jogos Olímpicos Londres 2012:



Breno Barros
Foto: arquivo pessoal
Ascom – Ministério do Esporte
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